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Apesar das dificuldades da pandemia, transporte aéreo no Brasil se mantém ativo.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Apesar das dificuldades da pandemia, transporte aéreo no Brasil se mantém ativo.

Como outros setores econômicos, o transporte aéreo vive fases de incertezas e algumas mudanças foram necessárias para manter a continuidade das atividades e funcionamento de áreas que dependem de suprimentos. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), as companhias aéreas estão operando uma malha de voos essencial para manter o país conectado e em funcionamento, principalmente, para garantir a logística de medicamentos e equipamentos fundamentais para o combate à pandemia.

 

A oferta semanal de voos domésticos no Brasil despencou de 14.781 para apenas 1.241 desde o fim de março. Com a queda na demanda e as medidas contra a pandemia do novo coronavírus, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conseguiu acordo com as três principais companhias aéreas e formatou uma nova malha aérea em 46 localidades brasileiras. De acordo com Suemi Sumikawa, Consultora Comercial do Aéreo Doméstico da Asia Shipping, o cenário é incerto, mas não deixa de ser inovador, as empresas operam apenas com 10% de sua capacidade total de voo. “Porém as companhias estão adotando medidas para ampliar sua capacidade de cargas para destinos estratégicos do país. Saídas de Guarulhos com destino a Belém, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Porto Alegre são frequentes”, exemplifica.

 

Para continuar movimentando o setor, alternativas são criadas. Recentemente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou o transporte exclusivo de carga na cabine de passageiros. Com a decisão, as empresas aéreas poderão solicitar esse tipo de operação e maximizar sua capacidade de entrega contínua de produtos e insumos essenciais nesse momento de pandemia, como alimentos, suprimentos médicos e equipamentos de proteção individual (EPI), além de outros produtos hospitalares.

 

Para auxiliar os seus clientes a enfrentar a pandemia sem prejuízo às operações, a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, está atuando diretamente com as empresas áreas, auxiliando o abastecimento do país e fazendo de tudo para que o Brasil não pare. “Além de manter um contato constante com as companhias aéreas, o que facilita a reserva de espaços junto às aeronaves, nós oferecemos aos clientes alternativas para continuar operando com o serviço de Rodo-aéreo, no qual levamos a carga pelo modal aéreo até o aeroporto em funcionamento mais próximo e transportamos pelo modal rodoviário até o destino final, agilizando a entrega”, explica Suemi.

 

Embora seja impossível prever o futuro do setor aéreo e o tamanho dos impactos da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, os especialistas acreditam que, sim, haverá uma retomada nas viagens por avião. “Aqui na Asia Shipping, os novos esforços são todos focados em manter os negócios de nossos clientes funcionando, o nosso país não pode parar e como uma multinacional brasileira, essa é a nossa principal meta e esperança”, finaliza Suemi.

 

Artigo publicado originalmente no Portal Terra